“O marxismo não fala sobre isso” – na verdade você é que não estudou (Por P. A. Lopes)

O método materialista-histórico-dialético criado por Marx e Engels é a eterna ciência social do proletário e, por isso, ela pode ser – é e foi – aplicada a toda e qualquer relação social, por isso a doutrina marxista detém uma variada gama de pensadores nas mais diversas áreas, o que dá ao marxismo uma polivalência. Então, o marxismo detém não só uma filosofia e metodologia de compreensão do mundo, como também vários conceitos e teorias – partindo dessa filosofia e metodologia – nas mais diversas áreas e temas.

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O fundamento dos computadores quânticos previstos por Engels há mais de um século atrás (por B. Torres)

É uma realidade que, tanto na filosofia, quanto nas ciências humanas e ciências experimentais, os princípios do materialismo dialético sofre ataque por todos os lados em âmbito acadêmico.

De um lado, estudiosos do campo da física, química e entre outras áreas não querem ter associado a imagem de suas pesquisas a “vãs filosofias utópicas como o marxismo”, por conta do anticomunismo que se enraizou nas fileiras da Academia.

Por outro lado, há também pessoas que se assumem enquanto marxistas, que defendem a dialética enquanto um “método expositivo sociológico”, mas fecham seus olhos para a realidade ao negarem a existência do princípio da negação da negação no meio natural.

Cientistas antimarxistas e marxólogos anticomunistas. Permeiam a academia e fecham seus olhos para observações filosóficas feito por clássicos do marxismo, que foram devidamente provadas naquela época, e a cada descoberta da ciência, mais e mais base tem tais observações.

Este é o caso, por exemplo, do fundamento dos computadores quânticos, e do comportamento das partículas subatômicas, que tem seu fundamentos filosóficos levantados desde Friedrich Engels, há séculos atrás, enquanto que tais observações no campo da física e da mecânica quântica só ganhado as atenções, de fato, nos tempos recentes.

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MARX: O que é o materialismo histórico? Uma síntese

Na produção social da sua vida, os homens contraem determinadas relações necessárias e independentes da sua vontade, relações de produção que correspondem a uma determinada fase de desenvolvimento das suas forças produtivas materiais.

O conjunto dessas relações de produção forma a estrutura econômica da sociedade, a base real sobre a qual se levanta a superestrutura jurídica e política e à qual correspondem determinadas formas de consciência social.

O modo de produção da vida material condiciona o processo da vida social, política e espiritual em geral.

Não é a consciência do homem que determina o seu ser, mas, pelo contrário, o seu ser social é que determina a sua consciência.

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“Marx vagabundo”: como seria se liberais tratassem seus ideólogos tal qual tratam Marx (por Davi Dias)

Há várias críticas a Marx. Mas, com a exceção da Escola Austríaca, que até tenta fazer uma critica a seu pensamento econômico, a maioria das acusações não passam de ataques infantis. Por exemplo, a de que Marx era um “vagabundo” que não trabalhava, “sustentado” pelo seu “amigo burguês”, Engels, e que teria traído sua esposa com a empregada. Fala-se ainda que Marx era “racista” e “machista”.

Mas, será que ele era o único pensador que pode ser atacado por essas acusações?

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