“Liberdade”, na concepção de Fidel e da causa comunista

Pessoas – de direita ou que se autointitulam de esquerda – alimentam uma concepção totalmente burguesa e vulgar do que compreendem como “liberdade individual”. Por isso mesmo, não conseguem assimilar a ideia de que Cuba não é uma ditadura.

O que é liberdade? Na concepção vulgarizada dos que repetem desinformação sobre Fidel, o sujeito é livre ao ter condições de sair viajando mundo afora, comprar quantos iPhones desejar e assistir vários canais a cabo passando as mesmas porcarias antieducativas.

Uma “liberdade” baseada na alienação, na reprodução da ideologia dominante de que a felicidade é sinônimo de acesso irrefreado a bens de consumo descartáveis acima dos bens básicos.

No capitalismo, pessoas são mercatilizadas e mercadorias são humanizadas.

Minha concepção de liberdade, como comunista, se pauta pelo direito de todas as pessoas se verem livres da exploração da sua força de trabalho pelo capital. Enquanto alimentação, saúde, educação e lazer forem mercadorias, sujeitas ao poder fictício do dinheiro, não há liberdade possível para a humanidade.

Gabriel Deslandes


de

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